ME DIGA PRA FAZER, NÃO ME PEÇA PRA EXPLICAR

por | jun 14, 2021 | Sem categoria

Assumo que, como comunicadora, eu mesma morro de medo de colocar o meu na reta. Me peça pra falar o que eu faço e me verás perdida como uma senhora que busca os óculos que estão apoiados nas suas próprias orelhas.
Diga pra eu me apresentar e conhecerás a minha pior versão: aquela que eu encarno enquanto tento acessar informações soltas dentro da minha cabeça que pareciam bem mais organizadas quando me imaginei respondendo essa pergunta. Ter que explicar o que eu faço é como abrir a caixa de um quebra cabeças de no mínimo mil peças. Assim como me empenho noites adentro no joguinho, por mais que me custe uma cabeça quebrada, eu não deixo essa outra missão pra trás.

Há uns 6 meses inventei que queria descobrir o que eu faço de vez, ou, mais do que isso, investigar como eu faço.
“Eu sou melhor fazendo do que explicando como fazer” nunca fez tanto sentido. Me maravilhei com meus próprios escritos, rejeitei a maioria das definições que criei. Travei. Fiz promessa, achando que colocar data estabeleceria alguma fronteira pra minha mente. Me enganei. Tracei de novo para chegar em alguns lugares e me deixar em alguns pontos.

Tá pronto! Quer dizer, pronto é uma palavra muito forte…
Tá no mundo! Meu site novo tá no mundo e é isso que importa.

www.sejaimensa.com.br – dá um pulinho lá pra ver, vai!

A minha sorte é que não preciso mais dar nome. Imensa é uma palavra-pacote que coloca tudo dentro e isso às vezes me dá nos nervos porque minha vontade, em geral, é tentar ser e abraçar tudo. Mas o tanto que é bão contar com outras pessoinhas, ai gente, sei nem dizer! Nesse projetão couberam muitas mãos e eu não quero continuar sem agradecer por tanta dádiva e encontro:

Amanda, essa mesmo que divide o Pitoresca comigo, e seu digníssimo Thales assinam o desenvolvimento do site pelo AM Estúdio.
Ana Trolezi da Versa, além de me ouvir chorar as pitangas, foi quem deu forma e bossa pras nossas pagininhas de serviços numa sessão de Café na Internet.
Breenda Rabelo, que ficou responsável de me lembrar de fazer menos carão e mais riso solto nas fotos mais coloridas e imensas que esse mundo já viu.
Bélit Medeiros, por carregar banquinhos no meio do mato, apagar rascunho de lápis na parede que eu inventei de escrever em tempo recorde e por topar posar com as mãos em fotos conceituais na golden hour.
Bia Bortolosso, da Kromatika, apostou suas fichas e talento no meu rostinho mesmo depois de eu remarcar o ensaio 4 vezes. Essas makes significam tudo pra mim, entenda.

Nunca vou conseguir traduzir tudo que a palavra IMENSA ecoa em mim, mas preciso continuar tentando. Obrigada por ouvir. Agora fique como esse escrito tão significativo que nasceu do lado de cá durante todo esse furacão:

Entretanto e tudo, o que me cabe é o risco de poder ser tudo isso e talvez não ser ninguém. Se eu olho pra dentro, caibo direitinho e sobra. Se olho pra fora, encaro a falta de cabimento que é ser e intuo: meu caminho é assumir.

Com tudo que cabe,
Stefany.

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